Pode ate ser alguma coisa da minha cabeça mas a sensação que tenho sentido ultimamente é que tudo aquilo que vivi durante três meses nos EUA foi mentira.
Começo a esquecer acontecimentos, lugares e ate rostos.
Acredito que seja culpa da saudade de tudo que eu sei que vivi mas que começo a não me lembrar com clareza. Muitas vezes tento recordar de que estava fazendo em determinado dia e a lembrança simplesmente não vem.
O que tenho a dizer é que essa é uma das piores sensações que já senti, esquecer simplesmente da melhor experiência da minha vida é extremamente desagradável.
Quando lembro de algo que me marcou fico bem comigo mesmo, mas o que me faz muito bem é quando converso com alguém que viveu tudo aquilo comigo. Aí eu sei, das duas uma, que aquilo tudo que vivi foi realmente verdade ou que nós dois ficamos loucos de vez
sexta-feira, 24 de abril de 2009
domingo, 29 de março de 2009
Foi eterno enquanto durou.
Pensei que não fosse me adaptar nos EUA, mas me adaptei
Pensei que não fosse gostar, mas simplesmente adorei
Pensei que não fosse aguentar a comida, mas aguentei
Pensei que eu não fosse agüentar o frio, mas eu agüentei
Pensei que não fosse aguentar os 3 meses, mas no final queria ficar mais.
Pensei que não fosse suportar as pessoas, mas suportei
Pensei que não fosse criar tanta intimidade, mas criei, até mais do que o normal.
Pensei que seria o único homem numa casa com 9 mulheres, mas me enganei, tinha o Bruno (Grande amigo)
Pensei que seriam só Brasileiros, mas me enganei (Ainda bem)
Pensei que não fosse me apegar as pessoas, mas me apeguei e muito
Pensei que não cresceria tanto com coisas pequenas, mas cresci bastante.
Pensei que não fosse aguentar ouvir as pessoas falarem, “di cara”, “Se pá eu colo lá”, “errrrgue”, “véi”, “massa”, “passada”, “causar”, “meu”, “trem”, “cá gente” e “balada”, mas aguentei e ate sinto falta disso.
Pensei que não fosse gostar do trabalho, mas no final eu ate gostei
Pensei que não fosse me divertir tanto trabalhando, mas me diverti, ate funk rolou.
Pensei que não conseguiria ficar amigo de pessoas que são muito quietinhas, mas consegui (vivi)
Pensei que não fosse gostar de alguém que me mandasse passar aspirador o tempo todo, mas me diverti muito com essa pessoa. (Amanda)
Pensei que não conseguiria ficar puto com alguém e ao mesmo tempo adorar essa pessoa. Mas consegui e ate me surpreendi com essa pessoa (paty)
Pensei que não conseguiria me divetir tanto dançando com alguém, mas me diverti muito e também adoro a risada dela (michelle)
Pensei que não fosse brincar, digo sacanear, tanto alguém, mas fiz, e ela não me odiou por isso. (Dani)
Pensei que não fosse encontrar uma pessoa que gostasse e cantasse tanto funk como eu, mas encontrei, e fico muito feliz de ter trabalhado mais com ela do que com qualquer outra pessoa. (Rafa)
Pensei que não pudesse gostar tanto de uma paulista, mas ela se mostrou incrivelmente especial pra mim. (Nicole)
Pensei que não fosse conseguir “grudar”em alguém, mas grudei, e em duas (tati e Flávia)
Pensei que não fosse confiar tanto em alguém que conhecesse por lá, mas confiei e sinto muito a falta dela (Debora)
Pensei que não fosse fazer um “melhor amigo”, mas fiz e fico muito feliz por isso (Bruno)
Pensei que não fosse fazer amigos tão importante pra mim, mas fiz e sinto uma incrível falta deles.
Pensei que não fosse sentir falta dos amigos que fosse fazer lá, mas sinto muito a falta deles, principalmente os que ficaram por lá.
Pensei que não seria difícil me despedir dos amigos que fiz por lá, mas foi a parte mais difícil pra mim.
Pensei que fosse perder contado com eles quando tudo terminasse, mas não perdi (e agradeço muito por isso)
Pensei que não fosse passar momento especiais por lá, mas passei e foram mais do que especiais, foram absolutamente incríveis
Pensei que eu não fosse voltar, mas (infelizmente e felizmente) eu voltei
Pensei que não fosse chorar por ter que voltar, mas chorei bastante
Pensei que eu não fosse sentir tanta falta dos USA, mas eu sinto.
Quando me perguntam se eu gostei da viagem eu digo:
“Foi a experiência mais fantástica da minha vida, se eu pudesse voltaria imediatamente e viveria tudo, exatamente tudo de novo só pelas pessoas que conheci por lá”.
Valeu a pena pelos amigos que fiz, lugares que conheci, pelas risadas que dei, pelos momento que passei, pelos micos que passei, pelas gafes que cometi, pelas sacadas que tivemos, pelos problemas que tive, pelas festa que fomos, pelos porres que tomei, pelas músicas que fizemos ou seja por tudo que passei.
Foram os melhores três meses da minha vida. Obrigado à todos que fizeram desse sonho realidade.
Pensei que não fosse gostar, mas simplesmente adorei
Pensei que não fosse aguentar a comida, mas aguentei
Pensei que eu não fosse agüentar o frio, mas eu agüentei
Pensei que não fosse aguentar os 3 meses, mas no final queria ficar mais.
Pensei que não fosse suportar as pessoas, mas suportei
Pensei que não fosse criar tanta intimidade, mas criei, até mais do que o normal.
Pensei que seria o único homem numa casa com 9 mulheres, mas me enganei, tinha o Bruno (Grande amigo)
Pensei que seriam só Brasileiros, mas me enganei (Ainda bem)
Pensei que não fosse me apegar as pessoas, mas me apeguei e muito
Pensei que não cresceria tanto com coisas pequenas, mas cresci bastante.
Pensei que não fosse aguentar ouvir as pessoas falarem, “di cara”, “Se pá eu colo lá”, “errrrgue”, “véi”, “massa”, “passada”, “causar”, “meu”, “trem”, “cá gente” e “balada”, mas aguentei e ate sinto falta disso.
Pensei que não fosse gostar do trabalho, mas no final eu ate gostei
Pensei que não fosse me divertir tanto trabalhando, mas me diverti, ate funk rolou.
Pensei que não conseguiria ficar amigo de pessoas que são muito quietinhas, mas consegui (vivi)
Pensei que não fosse gostar de alguém que me mandasse passar aspirador o tempo todo, mas me diverti muito com essa pessoa. (Amanda)
Pensei que não conseguiria ficar puto com alguém e ao mesmo tempo adorar essa pessoa. Mas consegui e ate me surpreendi com essa pessoa (paty)
Pensei que não conseguiria me divetir tanto dançando com alguém, mas me diverti muito e também adoro a risada dela (michelle)
Pensei que não fosse brincar, digo sacanear, tanto alguém, mas fiz, e ela não me odiou por isso. (Dani)
Pensei que não fosse encontrar uma pessoa que gostasse e cantasse tanto funk como eu, mas encontrei, e fico muito feliz de ter trabalhado mais com ela do que com qualquer outra pessoa. (Rafa)
Pensei que não pudesse gostar tanto de uma paulista, mas ela se mostrou incrivelmente especial pra mim. (Nicole)
Pensei que não fosse conseguir “grudar”em alguém, mas grudei, e em duas (tati e Flávia)
Pensei que não fosse confiar tanto em alguém que conhecesse por lá, mas confiei e sinto muito a falta dela (Debora)
Pensei que não fosse fazer um “melhor amigo”, mas fiz e fico muito feliz por isso (Bruno)
Pensei que não fosse fazer amigos tão importante pra mim, mas fiz e sinto uma incrível falta deles.
Pensei que não fosse sentir falta dos amigos que fosse fazer lá, mas sinto muito a falta deles, principalmente os que ficaram por lá.
Pensei que não seria difícil me despedir dos amigos que fiz por lá, mas foi a parte mais difícil pra mim.
Pensei que fosse perder contado com eles quando tudo terminasse, mas não perdi (e agradeço muito por isso)
Pensei que não fosse passar momento especiais por lá, mas passei e foram mais do que especiais, foram absolutamente incríveis
Pensei que eu não fosse voltar, mas (infelizmente e felizmente) eu voltei
Pensei que não fosse chorar por ter que voltar, mas chorei bastante
Pensei que eu não fosse sentir tanta falta dos USA, mas eu sinto.
Quando me perguntam se eu gostei da viagem eu digo:
“Foi a experiência mais fantástica da minha vida, se eu pudesse voltaria imediatamente e viveria tudo, exatamente tudo de novo só pelas pessoas que conheci por lá”.
Valeu a pena pelos amigos que fiz, lugares que conheci, pelas risadas que dei, pelos momento que passei, pelos micos que passei, pelas gafes que cometi, pelas sacadas que tivemos, pelos problemas que tive, pelas festa que fomos, pelos porres que tomei, pelas músicas que fizemos ou seja por tudo que passei.
Foram os melhores três meses da minha vida. Obrigado à todos que fizeram desse sonho realidade.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Depois da tempestade, o marasmo.
Depois dos três meses mais interessantes da minha vida, tudo voltou a ser como era antes, a não ser cinco kilos a menos e uma incrível falta de vontade de estudar.
Pois é.
Pois é.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Campanhas e mais campanhas
Magtech, unicef e ALERJ(combate a dengue). Qual será a próxima?
Pode mandar que eu to preparado!
hahahahahaa.
Não é que eu to empolgado com isso!
To gostando muito desse curso.
Pode mandar que eu to preparado!
hahahahahaa.
Não é que eu to empolgado com isso!
To gostando muito desse curso.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Aconteceu na rua.. (3)
Dentro de um ônibus hoje indo pra casa presenciei uma cena que me deixou surpreso (pra não dizer chocado). No banco a minha frente estavam duas garotinha que voltavam da escola, no banco ao lado delas se encontrava a mãe das meninas. Foi exatamente a mãe que protagonizou a cena. Ela conversava com a filha (mais velha) sobre o número do celular de uma amiga. A garotinha querendo ajudar procurou na agenda do telefone, e achou o tal do número. Querendo ser mais prestativa ainda, ela apertou o "send " e a ligação foi iniciada. Nesse momento a mãe deu um grito -- não sua BURRA, vc acha que eu tenho crédito pra gastar assim de qualquer jeito --.
Como assim uma mãe chama sua filha de burra desse jeito, principalmente na frente de um ônibus cheio! Já não é normal uma mãe chamar seus filhos de burros. Ainda mais aos gritos sem a menor preocupação.
Depois disso a garotinha não abriu mais a boca a viagem inteira, sequer se mexia.
Acho que durante minha vida inteira minha mãe nunca me chamou de burro, nem de brincadeira.
Não é esse o papel da mãe, pelo menos não era no meu tempo de criança.
Como assim uma mãe chama sua filha de burra desse jeito, principalmente na frente de um ônibus cheio! Já não é normal uma mãe chamar seus filhos de burros. Ainda mais aos gritos sem a menor preocupação.
Depois disso a garotinha não abriu mais a boca a viagem inteira, sequer se mexia.
Acho que durante minha vida inteira minha mãe nunca me chamou de burro, nem de brincadeira.
Não é esse o papel da mãe, pelo menos não era no meu tempo de criança.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Graça subjetiva?
As vezes penso que tem coisas que só eu acho graça.
E isso pode ser constrangedor. Como hoje no cinema.
Em diversos momentos do filme eu gargalhava, os outros nem um simples sorriso deram.
Não importa se não tinha graça para os outros, pra mim tinha.
Para as olhadinhas de canto de olho eu não ligo.
Quem estava se divertindo era eu, e não eles.
E isso pode ser constrangedor. Como hoje no cinema.
Em diversos momentos do filme eu gargalhava, os outros nem um simples sorriso deram.
Não importa se não tinha graça para os outros, pra mim tinha.
Para as olhadinhas de canto de olho eu não ligo.
Quem estava se divertindo era eu, e não eles.
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