Com mais de cinco horas de caminhada eu mais dois primos e uma amiga fizemos hoje uma jornada pelo parque da serra dos órgãos (entrada via Petrópolis). Diferentemente de um filme de Indiana Jones nós não demos de cara com uma tribo de índios selvagens e canibais e nem encontramos algo que valia milhões ou era muito raro. Contudo tivemos aventuras a dar com pau (com o perdão da expressão). Não faltaram cachoeiras, trilhas, pedras, biscoitos, poeira, espinhos, mosquitos (abelhas, muitas abelhas), e claro tombos!
Fora a diversão, algumas coisas me intrigaram.
Uma delas foi: eu não torci o pé. O que é um milagre, porque eu sempre torço o pé quando me proponho a fazer coisas que envolvem um certo nível de aventura.
Em programas desse tipo existem várias espécies de “aqueles”. Eu não sou “aquele” que sempre pede para dar uma paradinha, nem “aquele” que não quer seguir caminho porque adorou alguma cachoeira ou então “aquele” que quer sempre continuar andando enquanto os outros querem aproveitar mais algum lugar específico. Entretanto sou “aquele” chato que sempre se machuca (no meu caso torção de pé. Sempre), que atrasa todos e que estraga o programa. Mas não, hoje foi diferente, cinco horas de caminhada embrenhando-se na mata não foram suficientes para me derrubar. Tudo bem, eu quase levei um tombo. Mas saí apenas com uns aranhões na perna.
Coisas que me intrigam 2: Meu celular tinha sinal! Ok, não é esse o ponto que me surpreendeu, mas sim duas ligação não atendidas de um telefone privado em meu celular. Nesse momento a gente tem certeza que a lei de Murphy existe. Com tantos dias para receber esse tipo de ligações (que podem ser importantes, e geralmente são) eu as recebo logo no dia que eu não consigo atender. Quem sabe poderia ser uma ligação para uma entrevista de estágio? Ou então uma ligação dizendo que eu fui sorteado em não-sei-que? Ou então, apenas uma ligação por engano??
O que eu posso fazer agora é torcer (não o pé) para que me liguem amanha. Não sairei de perto do telefone.
Nada de aventuras amanha.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Coisas pequenas
Atualmente coisas pequenas me fazem uma pessoa muito feliz.
Jogar tennis, rir com minha família e amigos, e à noite uma caneca de chocolate quente e um bom livro me satisfazem. Não parecem coisas especiais. Mas me fazem feliz. E muito.
E ainda por cima estou desenvolvendo um projeto muito importante para mim juntamente com alguns amigos. Que vai dar certo, se Deus quiser.
Aí sim, serei feliz por demais.
Jogar tennis, rir com minha família e amigos, e à noite uma caneca de chocolate quente e um bom livro me satisfazem. Não parecem coisas especiais. Mas me fazem feliz. E muito.
E ainda por cima estou desenvolvendo um projeto muito importante para mim juntamente com alguns amigos. Que vai dar certo, se Deus quiser.
Aí sim, serei feliz por demais.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Aí já é demais
Hoje no jantar aqui de casa me surpreendi com a criatividade da mente humana e com o gosto pra lá de esquisito da minha família. Quando fui me servir, vi uma "coisa verde" estranha dentro de uma das panelas sobre o fogão. Imediatamente fui perguntar a minha mãe (que no momento dominava o fogão) o que era aquela "especiaria". Ela com a cara mais deslavada do mundo respondeu que aquilo era chuchu com jiló. Isso mesmo chuchu com jiló. Na hora fiz uma cara que aposto seria a mesma que eu faria se tivesse provado aquela "coisa" gosmenta.
Imagina, se chuchu e jiló sozinhos já são ruins, juntos são praticamente uma nova forma de tortura, e bem cruel.
Passei longe daquela panela. Já meu pai só faltou soltar foguetes de tão feliz que ficou.
Ele me perguntou se eu iria comer. A resposta foi um NÃO com muita convicção.
Deixei que ele ficasse com minha parte.
Ambos ficamos satisfeitos.
Ps: Meu pai repetiu..."aquilo" mais de uma vez.
Ps2: E ainda reclamou que havia pouco e mandou avisarem a empregada para quando for repetir a iguaria fazer em mais quantidade.
Eu heim!!
Imagina, se chuchu e jiló sozinhos já são ruins, juntos são praticamente uma nova forma de tortura, e bem cruel.
Passei longe daquela panela. Já meu pai só faltou soltar foguetes de tão feliz que ficou.
Ele me perguntou se eu iria comer. A resposta foi um NÃO com muita convicção.
Deixei que ele ficasse com minha parte.
Ambos ficamos satisfeitos.
Ps: Meu pai repetiu..."aquilo" mais de uma vez.
Ps2: E ainda reclamou que havia pouco e mandou avisarem a empregada para quando for repetir a iguaria fazer em mais quantidade.
Eu heim!!
quarta-feira, 16 de julho de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
aconteceu na rua.. (2)
Hoje me aconteceu uma coisa... digamos, diferente e tocante.
Eu estava andando por uma rua perto da minha casa quando vi ao longe um cachorro vindo na minha direção. Um rapaz segurava sua coleira com dificuldade. O cachorro vinha apressado até que finalmente chegou onde queria. Foi ali mesmo em um gramadinho perto da calçada que o cachorro fez suas necessidades. Até ai tudo bem, até porque o dono do cachorro já se fazia entender que iria recolher aquela sujeira. Confesso que fiquei um pouco irritado, não aprovava aquele cachorro fazer aquilo ali, mas pensei "não tem outro lugar para esse animal aliviar-se se não ali".
Diante daquela cena segui meu caminho. Dois passos a diante no mesmo gramadinho havia um mendigo, até ai tudo bem também, mas foi quando o mendigo se aproximou de um muro e começou a urinar que me toquei. Num primeiro momento repudiei aquela cena, achei um absurdo uma pessoa fazer aquilo ali, mas pensei "não tem outro lugar para uma pessoa com ele aliviar-se se não ali, próximo aquele muro..." neste momento veio a continuação de meu pensamento que me fez refletir "... junto aos animais"
Aquele ser humano chegou a um estado de igualdade a um cachorro. Suas necessidades são feitas no mesmo local que as dos animas.
O Problema maior é que depois aquele cachorro volta para um confortável apartamento da Zona Sul, enquanto o mendigo continua ali, em meio aquela sujeira.
Posso até estar exagerando mas que a cena me tocou isso não posso negar.
A desigualdade social neste país chegou a um ponto que até animais vivem melhor que determinados seres humanos.
Humilhante.
Eu estava andando por uma rua perto da minha casa quando vi ao longe um cachorro vindo na minha direção. Um rapaz segurava sua coleira com dificuldade. O cachorro vinha apressado até que finalmente chegou onde queria. Foi ali mesmo em um gramadinho perto da calçada que o cachorro fez suas necessidades. Até ai tudo bem, até porque o dono do cachorro já se fazia entender que iria recolher aquela sujeira. Confesso que fiquei um pouco irritado, não aprovava aquele cachorro fazer aquilo ali, mas pensei "não tem outro lugar para esse animal aliviar-se se não ali".
Diante daquela cena segui meu caminho. Dois passos a diante no mesmo gramadinho havia um mendigo, até ai tudo bem também, mas foi quando o mendigo se aproximou de um muro e começou a urinar que me toquei. Num primeiro momento repudiei aquela cena, achei um absurdo uma pessoa fazer aquilo ali, mas pensei "não tem outro lugar para uma pessoa com ele aliviar-se se não ali, próximo aquele muro..." neste momento veio a continuação de meu pensamento que me fez refletir "... junto aos animais"
Aquele ser humano chegou a um estado de igualdade a um cachorro. Suas necessidades são feitas no mesmo local que as dos animas.
O Problema maior é que depois aquele cachorro volta para um confortável apartamento da Zona Sul, enquanto o mendigo continua ali, em meio aquela sujeira.
Posso até estar exagerando mas que a cena me tocou isso não posso negar.
A desigualdade social neste país chegou a um ponto que até animais vivem melhor que determinados seres humanos.
Humilhante.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Manchetes sensacionais (2)
Da primeira página da globo.com foi tirada a seguinte manchete.
- 'Beleza': Huck chama Rakelli e ela desmaia" -
Quem não sabe do que se trata pensaria no que???
- Que o incrível Huck chamou uma tal de Rakelli de "beleza" e ela desmaiou?
- Que alguém comemora com um "beleza" o fato do incrível huck ter chamado essa tal de Rakelli e ela ter desmaiado por isso?
Quantas interpretações mais podemos tirar dessa manchete?
Mais que é engraçado isso é.
- 'Beleza': Huck chama Rakelli e ela desmaia" -
Quem não sabe do que se trata pensaria no que???
- Que o incrível Huck chamou uma tal de Rakelli de "beleza" e ela desmaiou?
- Que alguém comemora com um "beleza" o fato do incrível huck ter chamado essa tal de Rakelli e ela ter desmaiado por isso?
Quantas interpretações mais podemos tirar dessa manchete?
Mais que é engraçado isso é.
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